
A corrupção veio para o Brasil com as caravelas de Cabral. O quadrilheiro Sérgio Cabral do RJ só confirma a premissa (não é exceção). Mas nenhuma geração precedente à da Nova República (1985 para cá) roubou tanto.
Mesmo durante os golpes e regimes militares (1889-1894, 1930-1945, 1964-1985) não se roubou tanto como nos governos do PMDB, PT, PSDB (este junto com o DEM): é o que a Lava Jato está comprovando fartamente. Qual a razão?
Cada governo foi mais corrupto que o outro na medida do aumento do PIB. O PIB brasileiro aumentou exponencialmente no período da Nova República. Está agora beirando a casa dos R$ 6 trilhões.
Se o Brasil é governado por algumas máfias políticas, econômicas e financeiras, que dominam grande parte do Estado e do orçamento público, é óbvio que quanto mais dinheiro, mais roubalheira.
O aumento do dinheiro em circulação forjou uma geração de partidos, caciques e coronéis (do mundo empresarial, financeiro e político) que avançam contra o dinheiro público como gafanhotos.
É evidente que temos que distinguir o joio do trigo; de qualquer modo, a tarefa é implodir o sistema, para reconstruir o País, somando-se os sobreviventes às novas lideranças.
Tenha em mente os governos degenerados de Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer e, talvez, Maia, apoiados por Aécio, Serra, Renan, Jucá, Lobão, Padilha, Moreira Franco, Cunha, Geddel e tantos outros.
Tenha em mente empresas e bancos degenerados como a Odebrecht, a Andrade Gutierrez, a OAS, a Engevix, a JBS, Eike Batista, agentes financeiros fortes e outros incontáveis empresários inescrupulosos.
Os caciques que nos governam corruptamente são irresponsáveis e ilimitadamente gananciosos. O mundo do grande mercado corrupto praticado no Brasil é uma construção política, social e econômica que favorece as elites dirigentes e que se mantém pelo medo, pela opressão, pela violência e pela fraude.
Esses vândalos perversos (proto-mafiosos) continuam dirigindo o Brasil, apesar de cobertos pelo lamaçal da desonra e da falta de ética. Alguns fazem isso inclusive de dentro da cadeia (tal como nas máfias tradicionais). Pior: quase todos estão no jogo político de 2018.
Serão reeleitos? (ou o Brasil vai acordar e buscar novas lideranças comprometidas com a ética?).
Compreende-se que um povo espoliado e expropriado vá com seus ídolos canalhas (seus bandidos de estimação) até à porta do cemitério, mas, convenhamos, entrar na cova junto com eles é um total disparate.
Dia 30/7, 10h, na Avenida Paulista com Rocha Azevedo, vamos discutir tudo isso. Seu comparecimento é muito valioso. Estamos juntos. Avante!
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