
Gilmar Mendes, para proteger a criminalidade organizada de tipo protomafiosa que está no comando do País (PMDB-PSDB), queria anular a delação premiada da JBS e perdeu feio no Plenário do STF.
Mas não cessam os pensamentos que acodem de tropel à imaginação sobressaltada de sua excelência, que tudo faz, 24 horas por dia, para salvar seu grupo protegido da derrocada final.
Pouco refletido sobre suas incoerências e muito apegado a condescendências, vem alterando seus posicionamentos em cada momento, conforme as circunstâncias.
Em 2016, quando a Lava Jato estava com seus canhões centrados no PT, era só elogios para a operação. De dezembro/16 para frente, depois do vazamento das primeiras delações da Odebrecht (envolvendo todos os grandes partidos), as mudanças começaram a eclodir.
Está agora censurando as gravações ocultas (secretas), admitidas pelo STF há mais de 10 anos (com seu apoio), porque nelas caíram Temer e Aécio. Conforme o réu, interpreta-se o direito! Esse comportamento não condiz com sua condição de juiz.
Mudou de pensamento em relação ao crime de caixa dois e já anuncia para breve novo voto para dificultar a execução da pena após o julgamento do segundo grau.
Em cada ato, em cada entrevista, em cada reunião secreta com Temer, só se vê autofagia. Gilmar Mendes há muito tempo abandonou a ideia de construir uma biografia. A cada dia está cavando mais ainda sua cova.
Não é esse tipo de juiz que o Brasil precisa. O Brasil não precisa de juiz que se presta a ser garoto de recado de Aécio Neves, consultor político (24h) de Michel Temer e protetor de “quadrilheiros da República” (segundo expressão de Celso de Mello).
Se você apoia a ideia do impeachment de Gilmar Mendes, compareça ao nosso ato cívico do dia 30/7, 10h, Av. Paulista com Rocha Azevedo.