
Dória nomeou Kassab para uma secretaria de Estado (Casa Civil) e já lhe concedeu licença para se defender das acusações de desvio inveterado do dinheiro público. Ele não apareceu na posse coletiva. Foi uma ausência constrangedora.
Diga se algum empregador contrataria uma pessoa e já daria “licença” para ela se defender das acusações criminais de corrupção no primeiro dia de trabalho. Isso só ocorre em sistemas totalmente corrompidos, com alto nível de degeneração.
Do ponto de vista da moralidade pública, o primeiro erro foi nomear Kassab para cargo público. O segundo é que ele (sendo investigado da PF) vai se defender com o foro privilegiado garantido.
É desse jeito que funcionam os “acordos de cavalheiros” na máfia brasileira, que é protagonizada pelos setores bandidos das elites do poder, que são as oligarquias que governam ou dominam a nação, sendo algumas públicas e outras privadas.
Tudo que convém à “famiglia” dominante é pactado, pouco importando o povo, a lei ou a moralidade constitucional. Temos que fazer valer no Brasil o lema “Lei acima de todos e Ética Humanista acima de tudo”. Eu confio nisso. O mundo profano da máfia brasileira, no entanto, é um mundo sem lei, um mundo sem ética.
Esses acordos de “cúpula” são uma aberração abominável. Temer arrumou, na última hora, um “emprego” para Marun em Itaipu. O emprego foi confirmado pelo novo governo. Usa-se a coisa pública como se fosse privada. Max Weber chamava isso de patrimonialismo. Sérgio Buarque de Holanda falou em patrimonialismo funcional. Raymundo Faoro igual.
Mas não são apenas os funcionários que se apoderam indevidamente do Estado. Muitos empresários (donos do poder) fazem a mesma coisa. Veja o que a Lava Jato vem revelando. Aliás, é do conluio de todos eles (mundo público e mundo privado) que nascem as máfias, como a brasileira.
Gente descarrilhada e bandida tem por toda parte, em todas as profissões e em todas as classes sociais. A compreensão comum sabe que não existe nenhuma categoria que seja composta só de gente decente. Os mafiosos estão por toda parte do planeta.
Mas qual é a característica marcante dos mafiosos (setores bandidos das elites do poder) que dominam ou governam o Brasil?
A origem do mafioso brasileiro reside num defeito de personalidade que se vê em todos os grupos mafiosos do mundo inteiro, mas que no Brasil ganhou proporções absurdas em razão do grau de impunidade assim como do controle exercido sobre as instituições (de forma direta ou indireta, de forma pública ou velada).
“A sociedade foi mal formada nesta terra, desde as suas raízes” (H. Smith).
Essa má formação se deve a vários fatores, dentre eles há um problema de caráter, de personalidade. Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil), um dos primeiros a estudar as características psicológicas e históricas do brasileiro (fora dos padrões racistas do século XIX), chegou à categoria do “homem cordial” (no seu sentido mais tenebroso e grotesco).
O “homem cordial” descrito por ele (já o veremos em detalhes dentro de pouco) tem tudo a ver com os mafiosos que criaram nossas instituições, só pensando neles.
A obra Raízes do Brasil vem sendo discutida desde 1936 (lançamento da 1ª edição). O debate se incrementou a partir de 1948 (data da 2ª edição). Muitas alterações foram feitas no livro. Há quem diga que é “outro” livro.
Se as características encontradas por Sérgio Buarque valem para todos os brasileiros é uma questão ainda não concluída. Mas com certeza o que ele descobriu vale para todos os mafiosos que mandam no Brasil. Disso estou muito convicto.
Sérgio Buarque de Holanda não escreveu um livro de criminologia. Ele não era criminólogo. Ele escreveu sobre psicologia, sociologia e história. Mas da riqueza inesgotável da sua contribuição podemos inferir traços criminológicos da máfia brasileira. É o que estou fazendo agora, imitando em certo sentido o que Edwin Sutherland fez em relação aos criminosos do colarinho branco na década de 30 do século 20 nos EUA (na Universidade de Chicago).
O estilo do “homem cordial” (seu modus vivendi) não nasceu com a fundação da República (1889). Não nasceu nas últimas décadas. Ele vem desde a era colonial. Pode-se dizer, aliás, que os setores bandidos das elites do poder no nosso país sempre foram “cordiais” (no sentido negativo). Mas enquanto não for extirpado esse vício de caráter não teremos nunca uma sociedade decente.
O primeiro e gravíssimo problema é que com a simples “cordialidade”, como dizia Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil), “não se criam os bons princípios” (leia-se, a civilidade, a boa e ética convivência em sociedade).
Vamos ao âmago da questão: o que se entende por “homem cordial” e “cordialidade” nesse sentido negativo? O que isso tem a ver com a configuração da máfia brasileira?
Cordialidade, nesse sentido, não se confunde com bondade, hospitalidade, polidez, generosidade ou lhaneza no trato (“virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam”).
É uma categoria sociológica inventada pelo autor citado que exprime, no plano da gestão pública ou das relações espúrias entre o Estado e o Mercado, a mais depurada síntese do lado bandido do legado colonial brasileiro, regido pela “velha ordem” (patriarcal, familiarista, nepotista, personalista e aristocrática).
O “homem cordial” (homem ou mulher, claro) caracteriza-se pela emotividade sobreposta à racionalidade (fala e age com o coração, sob impulso, sob o império do amiguismo, não da razão).
No mínimo, é a preponderância da emoção, dos acordos pessoais, das deferências particulares, dos compromissos eleitorais nefastos, sobre os interesses gerais (sobre a ética). Que se dane o povo, o eleitor ou a construção de uma sociedade decente. O “homem cordial” pensa nele, nos seus projetos pessoais, na sua satisfação (que não se coadunam com os interesses coletivos gerais).
O “homem cordial” odeia regramentos abstratos objetivos e impessoais (típicos das configurações das democracias liberais racionais), posto que possui manifesta incompatibilidade com os princípios republicanos que regem o modelo de Estado contemplado na CF de 88 (moralidade, impessoalidade, legalidade, publicidade e eficiência).
O desejo incontido e irreprimível do “homem cordial” é o de estabelecer intimidade com seus pares. O mafioso brasileiro em particular é avesso a rituais, a regras gerais, a normas civilizadas de convivência, a distâncias entre as pessoas.
A sociabilidade do “homem cordial” é inteiramente familiar, ou seja, seus atos, mesmo quando no exercício da função pública, continuam expressando o que vem dos seus vínculos mais estreitos, das suas relações mais próximas, mais íntimas.
Sem romper esse vínculo e vício privatístico (o Estado existiria para ser gerido como se fosse uma grande família) o Brasil não vai se corrigir nunca. A mácula está presente em setores do agente público assim como em parcelas dos agentes do mercado que se relacionam com o Estado. Todo o mundo mafioso que gira em torno do Estado (que tem o Estado como pivô) só pensa nos interesses particulares.
Um curso de desapego familista (amiguista, nepotista, partidista) deveria ser obrigatório no Brasil antes da posse em qualquer cargo público ou qualquer contrato com o poder público. Seria um antídoto para se evitar a massa de mafiosos ladrões que se articulam na esfera estatal.
A cordialidade no sentido negativo, em suma, seria o oposto da civilidade, das regras gerais e impessoais. No trato social o “homem cordial” não faz uso da autocontenção, da impessoalidade, posto que impregnado de afetos privados.
A letra fria da lei, a regra ética da boa convivência decente, o regramento abstrato válido para todos, a moralização dos atos da vida, que simbolizam a civilidade na esfera pública, sucumbem às preferências e entendimentos pessoais (mesmo quando desagradam profundamente os níveis de intolerância da sociedade com a má gestão pública).
Tudo que acaba de ser descrito vale como ato de censura e de reprovação da nomeação de Gilberto Kassab para um novo cargo público. É coisa da “velha política”, que temos que extirpar da nossa vida. Primeiro ele deveria se defender, depois ser nomeado para novo cargo público. O oposto do “pactado” entre ele e Dória é o que deveria ter ocorrido.
A grande revolução proposta por Sérgio Buarque de Holanda no sentido de acabar com a “velha ordem” patriarcal e colonial, familiarista e nepotista, tem mais atualidade do que nunca (porque agora, depois da Lava Jato, sabemos muito mais sobre nossa máfia que em qualquer outra época).
Kassab está sendo investigado novamente pela Polícia Federal, porque seria mais um integrante da “folha de pagamentos” da JBS (teria se apropriado indevidamente de 58 milhões de reais; parte do dinheiro teria sido pilhada para favorecer a campanha petista da Dilma, em 2014).
Sua nomeação para cargo público é a mais absoluta negação da moralidade cívica que grande parcela da sociedade brasileira anda defendendo.
Quem já é réu em ação de improbidade administrativa e investigado pela PF (que encontrou mais de 300 mil reais em sua casa, em dinheiro, até agora não justificado), pelo critério constitucional da moralidade, jamais poderia ser nomeado para qualquer cargo público, até que sua situação fosse inteiramente esclarecida.
Nós não vamos nunca nos organizar como sociedade decente [não importa se o governante é da “velha política”, da “política petista progressista” ou da “política ultraconservadora”] enquanto preponderar nas relações públicas essa abominável “cordialidade”, que expressa um amor humano, é verdade, porém, nefasto para a civilidade.
Como bem disse Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil),
“É claro que um amor humano sujeito à asfixia e à morte fora de seu círculo restrito [de amizades, de companheirismo eleitoral, de parentesco, de vizinhança] não pode servir de cimento a nenhuma organização humana concebida em escala mais ampla”.
Esse amor “cordial” [deferência aos membros da sua família ou da “famiglia”, do seu grupo, da sua tribo], incompatível com a civilidade coletiva, pode, no entanto, muito bem servir de cimento para a construção de organizações criminosas, inclusive de tipo mafioso.
Foi exatamente assim que nasceu a máfia brasileira, composta de milhares de células espalhadas pelo País todo (máfia das propinas, máfia dos privilégios, máfia das licitações, dos remédios, da merenda, dos “fiscais”, do “rachid” – apropriação de dinheiro dos funcionários – e por aí vai).
Os métodos de toda roubalheira mafiosa no Brasil são idênticos ou muito parecidos. Essa é uma outra característica da máfia brasileira.
Pois é de um lado, esquerda corrupta suja, de outro centro-direita, vencedora, corrupta de igual forma. Sujos falando de mal lavados. JESUS perguntaria novamente: quem lançará a 1a. Pedra, se não for corrupto, é claro? Ora vem JESUS, governar, pq aqui em baixo está tudo podre!
Parabéns Dr Luiz Flávio Gomes .MT bem claro é MT difícil mudar este Brasil se a sociedade política não fazer a diferença limpeza total # Ética com o dinheiro público
Quando o camarada Dória apresentou o camarada Kassab , ficou claro o modelo ” da nova forma de se fazer política ” ele e seus pares tem sangue de poder nos olhos.
O camarada Putin e o Camarada Tramp devem estar orgulhosos dos filhotes brasileiros.
Parabéns pelo artigo Professor. A separação do joio e do trigo já começou, tempos melhores já surgem no horizonte. Tenho esperança nas renovações que estão acontecendo e que ainda virão.
Jesus vem para perdoa e lavar as nossas veste no sangue do cordeiro .colocar nos limpo .de novo e si tornar uma nova criatura em cristo .á vida espiritual ,e diferentes das atitudes Erronia ,que homens,fazes a qui na terra ,Deus constitui,as autoridades ,a qui na terra para punir os crimes ,cometido .por homens corruptos .Deus não ama o pecado mas ama o pecador.quando ele si arrepende dos seus atos .será perdoados ,por Deus. Mas tem que cumpri a lei e pagar pelos crimes.
Enquanto a lei tiver tamanho neste país, a aplicabilidade será apenas para a grande maioria dos anões.
Precisamos mudar as formas de trabalharmos com as ocupações de serviços e cargos políticos e públicos. Primeiro acabar com o voto de legenda, depois acabar com o coeficiente eleitoral, seguindo estabelecer o voto eleitoral com a nomeação do candidato por voto obtido na sua maioria, estabelecer o voto distrital. Acabar com cargos de nomeação pelos cargos eleitos como prefeito, governador e presidente da república. Qualquer cargo público, ser ocupado por meio de eleição ou concurso público. Qualquer iniciativa de vendas de estatais, mudanças de governo e leis, fazer plebiscito e referendo popular, e conforme o desejo da maioria da sociedade iniciar o processo, consultando os três poderes da república.
Muito esclarecedor esse seu depoimento sobre a máfia brasileira!
Concordo plenamente em ter um curso ou treinamento para todos os políticos empossados, sobre a terrível realidade dessa máfia, a fim de diminuir e concientizar o político dessa corrupção tão vergonhosa para nós, povo brasileiro.
Kassab não fora corruptos.
Se o Dória já sabia da ficha suja de seu secretário, de sua especialização em desviar dinheiro, é uma prova constante que foi um convite para desviar verbas da prefeitura com uma possível Sociedade, não há outra explicação
Tenho esperança que um dia iremos mudar essa história, talvez eu não alcance essa mudança mos meus netos sim.
As retóricas são as mesmas . Comprimento, austeridade, honestidade , competência com herario público.
Na campanha presidencial frases de efeito. Inspirada no livro mitológico chamado até de ” sagrado”.
” Conhecereis a verdade e esta o libertará”
Quem vive no cárcere mental que sugere esses livros.
Não vai em busca da verdade.
Mas, se conectar com a verdade. Estará livre do incômodo desses mentirosos que se enchem de fortunas sem pagamento de impostos.
Já que vivem de doações onde não são tributados.
E afirmam àqueles que não o seguem. São inimigos do bom senso.
Eles então atacam diariamente pelas rádios, televisão e outros meios. Como no corpo a corpo.
Esses que tanto usam esse tal DEUS. São os carcereiros que mantém em cárcere aqueles que se permitem aceitar que bons dias virão sob as bençãos de Deus.
Esses mafiosos que se juntam e formam bancadas evangélicas. Vão legislar para seus benefícios e usam as incautos para se proteger.
Dizendo,:
” Olha… Viu,???? Ele não acredita!!!!!. Nós somos homens e mulheres de Deus!!”
E veja o que ocorre nos bastidores dessas empresas da fé.
Esses canalhas.
Há necessidade de escolas de qualidade,acabar com cotas.
Tem que haver investimentos para que todos possam aprender em boas escolas, que professores sejam bem pagos e que seus serviços de ensinamentos sejam de boa qualidade.
Rever esse ” direitos” com mudanças nas leis. O tal fórum privilegiado,
Os custos de parlamentares.
Suas assessorias.
Que aceitam receber partes do o cargo propõe.
Como conhecer a VERDADE ?
Em ensinamentos duvidosos.
Meu Caro Professor.
Quero sempre fazer parte de quem sabe. De quem entende o ponto vista de outros.
Os Bandidos,Canalhas, que estão no poder tem que ser afastado da vida pública.
Fazendo um paralelo, superficialmente. Assim como existe a “desconsideração da personalidade jurídica” para aqueles casos de abuso do direito da personalidade jurídica de uma empresa, poderia o MP guardadas as proporções, apresentar uma tese ao STJ, que é a instância julgadora nos casos de prerrogativa de foro, para desconsiderar a nomeação de réu que esteja de licença do cargo, uma vez considerando o abuso do direito e burla das regras do foro privilegiado.
Todos nós brasileiros sabíamos que na política se faz com corrupção. ..agora com a lava jato e a internet é que o povo despertou. Temos e devemos estar alertas e ir às rua para pedir por um Brasil ETICO.
Caro, professor esta política brasileira tem que ser mudada como o sr.mesmo está lutando para isso.porque começou toda esta maldade foi pelo alto poder .que exerce seus cargos para defender bandidos ? Sérgio Buarque já sabia olha oque ele falou tudo,que está acontecendo hoje na política só com a ajuda de Deus e de gente como o Sr. Para trazer esperança para este país , parabéns professor, abraço sou seu admirador ,
Parabéns ao Prof. Luiz Flávio!!!
Com sapiência e clareza didática expôs em brilhante artigo, às vísceras da sociedade brasileira (diga-se a civil e política) que costumeiramente relativiza a malversação de ocupantes de cargos público/políticos e setores empresariais, ou seja, deveria importar a correta versação dos cargos e uso do dinheiro do contribuinte, não partidos políticos e políticos.
O povo também não pensa, age sem consciência, se deixa ser usado, escravizando-se voluntariamente, assim, vive no autoengano.
Enquanto a sociedade não entender que a política não é para se servir e atender aos amigos, não haverá mudança, oras não se pode haver relativismo com a coisa pública. Não se deve ter bandido de estimação.
Cadê a sociedade paulista e paulistana que elegeu o sr. João Doria, que até eleição era o arauto da moralidade, da honestidade e tais?
Por qual razão não protestam?
Porque se calam?
Seria porque àquele se diz de direita ou centro-direita, já que se elegeu sob pálio dessa pauta…
Lamentamos o silêncio!
Ou então estamos num mundo paralelo, no estado perfeito!
Parabéns, Luiz Flavio! Nós não podemos perder a grande oportunidade, que nos foi dada, de finalmente, poder participar, mas devemos participar, efetivamente, no combate ao crime organizado, que hoje, é iniciado, dentro das escolas, desde o ensino fundamental, e tudo que precisamos, são as coisas claras, pra tudo o que for, não se pode ter dúvidas! Por isso, tem o meu apoio, com relação ao Snr Kassab, que não foi grande coisa em situações anteriores.
Chega de corruPTos! A limpeza tem que ser geral!
É neste vosso artigo percebemos que a cordialidade difundida desta forma é nociva. É por mais que tentamos votar sempre deparamos com esses políticos (reunidos em “família”) se locupletam de cargos públicos para manterem suas posições, privilégios, benécias de cargos públicos. Já ouvi isto no tocante a cena descrita no vosso artigo ” que o direito público não tem dono” dentro do serviço público, por isso que não há um padrão de qualidade tanto na prestação de serviço, bem como no tocante há uma Gama de políticos brasileiros, todos se protegem e usam a estruturas jurídicas para se autoprotegerem. Cito aqui para findar minha opinião simples e modesta a fala de muitos, que se efetivamente “tivéssemos políticos bons na sua grande maioria o nosso BRASIL não estaria assim”. Como seu eleitor parabenizo pelo excelente artigo com embasamento histórico e fundamentado nos princípios de um BRASIL ético.
Parabéns pelo seu artigo professor
Parabéns pelo seu artigo professor Obrigada pelo seu esforço.
quantos corruptos o sr tirou da vida pública?
Parabéns, Dr Flávio !
Boa Noite !
É discrepantes várias situações de corrupção no BRASIL, onde tem Estado brasileiro que fez a lição de casa e está com as contas em dia e outros Estados, não poucos, com pires na mão correndo para Brasília e o Planalto, como sendo poço dos milagres e barganhas !
Sucatearam a Educação e deixaram as mídias perversas fazer da sociedade brasileira a corrupção como cultura de levar vantagem em tudo, numa pura mentira diabólica, dando prejuízos incalculável à NAÇÃO BRASILEIRA !
Queremos através do Exército, JUSTIÇA, EDUCAÇÃO implantar um novo currículo social do BRASIL, ético, soberano e sustentável !
E deixar para nossa futura geração um legado do bem comum !
Cordialmente.
Adair Pereira